quarta-feira, 21 de novembro de 2012


ORAÇÃO CONTEMPLATIVA OU VIDA CONTEMPLATIVA?

“Vem, Espírito Santo, fecunda o amor em mim para que eu possa me amar, aceitando-me como sou.
Vem, Espírito Santo, revela a minha verdade para que eu possa me amar e amar o meu próximo.
Vem, Espírito Santo, dá-me a graça de assumir a minha identidade de filha amada de Deus, a fim de que resplandeça em mim a imagem de Jesus Cristo”.
Há vários séculos, distinguem-se entre as diversas formas de vida religiosa, a vida ativa, a contemplativa e a mista. Ora, há muito que os mestres da espiritualidade monástica fazem notar que não é possível fazer entrar à força a vida monástica num tal esquema. Seria de fato perigoso - e mesmo hipócrita- considerar que uma forma de vida monástica é mais contemplativa do que outra pelo simples fato de que ela não comporta atividade apostólica.
Vida contemplativa é mais a” vida de  oração contínua”, ou ainda, é  organizar toda a sua  de tal modo, que possa manter de modo tão constante quanto possível uma consciência amante da presença de Deus.
Para manter esta oração contínua, o monge utiliza um certo número de meios. Um deles, o mais importante de todos na tradição beneditina é o Ofício Divino; outro é a lectio divina. Esta, com efeito, segundo a tradição monástica, do Oriente e do Ocidente, é autêntica oração contemplativa e não simplesmente uma preparação à oração. Outros meios são, sobretudo, os momentos de silêncio, os momentos de maior atenção à presença de Deus, ou ainda as repetições de orações breves, a oração de Jesus, o rosário. Estes são alguns dos muitos métodos para manter uma atitude contemplativa durante todo o dia, durante todas as ocupações, aí se incluindo o trabalho.
Um ensinamento constante da tradição monástica pelos séculos é este: é-se contemplativo durante todos os aspectos de sua vida ou não se o é em absoluto. Devo claramente ser contemplativo na minha meia hora ou hora de oração silenciosa, como devo sê-lo durante o Ofício Divino e durante o trabalho, qualquer que seja o tipo de trabalho. Se não faço esforços para conservar uma comunhão contemplativa com Deus durante meu trabalho, me iludo pensando que seria transformado subitamente em contemplativo entrando na Igreja ou me ajoelhando para minha meia hora de oração.
Um outro ensinamento que consta da tradição é que a oração contemplativa por excelência, e o contexto ideal para toda a experiência mística é a liturgia. Os mais belos ensinamentos místicos de São Bernardo e de nossos Padres cistercienses se acham em seus sermões preparados para serem usados na Liturgia, ou, em todo caso, sobre os textos bíblicos lidos durante a liturgia.
Isto é sobretudo verdadeiro para a grande tradição mística, mesmo fora do monaquismo. O mais importante dos autores místicos, aquele que recolheu todo o ensinamento dos Padres antes dele e que influenciou todos os místicos dos séculos seguintes foi certamente Dionísio, o Aeropagita, ou o Pseudo-Dionísio. Ora, todo seu ensinamento místico se acha num comentário sobre a Divina Liturgia e sobre a vida sacramental da Igreja em particular.
Dom Jean Leclercq publicou em 1963 (de quem mencionei o artigo anteriormente) um estudo sobre os nomes da oração contemplativa (Jean Leclercq, Otia monastica. Études sur le vocabulaire de la contemplation au Moyen Âge. Roma [Studia Anselmiana, 48], 1963). Mostrou que a mais importante e a mais constante de todas as expressões achadas na tradição para descrever a oração contemplativa é "memoria Dei" (lembrança de Deus). Não se acha, por exemplo, a palavra "contemplatio" na Regra de São Bento; mas a "memoria Dei" é o primeiro grau de humildade, e se encontra em toda a Regra.
Frequentemente se diz que o ensinamento de Bento sobre a oração é árido e limitado. Sem dúvida isto se deve a querer ler a Regra com um espírito muito diferente daquele com o qual ela foi escrita. Hoje se é muito atento às experiências de oração que fazemos: ao que se passa em nós enquanto rezamos ou tentamos rezar. Bento faz parte de uma longa tradição de mestres monásticos, para quem a qualidade da vida cotidiana, em todos seus aspectos, é mais importante do que a "performance" no curso dos "momentos de oração". A convicção subjacente é que a oração é alguma coisa que "vem" bem naturalmente àquele que se esforça por viver os ensinamentos do Evangelho na vida cotidiana. Bento facilmente faria sua a palavra que Cassiano atribui a Santo Antão: "A oração não é perfeita enquanto o monge estiver consciente ou de si mesmo ou do conteúdo de sua oração."
Da mesma forma, São Bernardo utiliza pouco a palavra "contemplação" mas "lembrança de Deus" está no coração de seu ensinamento. Escreve, por exemplo: "A lembrança de Deus é o caminho para a presença de Deus. Quem quer que guarde os mandamentos presentes no espírito, a fim de observá-los, será recompensado a seu tempo pela percepção de sua presença." (Sent 1.11; SBO 6b.8-17-21) (Ver artigo de Michael Casey sobre "Mindfulness of God in the Monastic Tradition", Cistercian Studies 17 [1982], pp. 111-126).
Bernardo, como Bento, está consciente do fato que, no mosteiro, os monges realizam a dimensão contemplativa de sua vida de modos diferentes, segundo sua vocação e segundo os papéis que são chamados a desempenhar na comunidade. Fala de duas categorias de monges: os claustrales e os officiales ou obedientiales, que chama também de obedientes. Os claustrales são aqueles que não têm nenhuma responsabilidade administrativa, os obedientiales são os que são chamados a suprir diversos serviços na comunidade. Cada um é chamado a ser contemplativo de um modo que lhe é próprio. Cada um deve praticar a memoria Dei, e isto não quer dizer que ele deva pensar continuamente em Deus de modo ativo, mas que deve espontaneamente fazer referência a Deus em tudo o que pensa, faz e acontece.
Bernardo volta mais de uma vez em seus escritos à tensão vivida por todos aqueles que, na comunidade, têm importantes responsabilidades administrativas, quer seja de ordem material, quer espiritual. Em primeiro lugar faz uma advertência contra o perigo de aspirar a tais responsabilidades, mas ensina também que para um monge que recebeu tais encargos, isto pode ser para ele a ocasião de um despojamento radical que o faz renunciar a seu próprio lazer e assumir uma grande parte do peso de preocupação da comunidade, de modo que seus irmãos possam gozar da solidão e da paz. Esta foi, sem dúvida, a vocação de Gérard, o irmão de Bernardo e celeireiro de Claraval, a quem Bernardo paga um tal tributo no seu Sermão 26 sobre o Cântico dos Cânticos.Todos aqueles que têm muito a fazer a serviço da comunidade devem se esforçar para conservar suficiente tempo para a oração, a leitura e a meditação. Mas isto não é suficiente e nem mesmo é o essencial. O essencial é que toda nossa atividade seja enraizada numa oração contemplativa, realizada num clima e num espírito de oração, e nos leve sem cessar a ela.
© Abadia de Scourmont, 1999.
Contemplar: é olhar para dentro de si mesmo e se absorver do seu amado ou do objeto de seu pensamento a ponto de esquecer os outros, as coisas e até sua própria pessoa... Realiza uma verdadeira cura psicológica, proporcionando descanso e paz. E, se o objeto de seu pensamento for Deus, o efeito será irradiar Deus,de dentro para fora.http://www.padresdodeserto.net/images/shim.gif
Existem três exercícios espirituais: cogitação (inquietude), meditação e contemplação. A contemplação é o grau mais elevado de oração que nos dá profundidade no relacionamento com o Senhor. É uma oração de expressão psico-afetiva.
Contemplar Jesus Cristo que habita dentro de nós, é encontrarmos com Ele no nosso interior como se nosso “eu” fosse uma casa. As pessoas batem à porta da frente e nós as acolhemos na sala de visita exercitando nosso amor ao próximo. Jesus bate à porta dos fundos, da cozinha, com muita intimidade, pois se considera “de casa”. É necessário entrarmos em nós mesmos, atravessarmos toda a casa (o nosso “eu”), e abrirmos a porta para Ele, manifestando, dessa forma, o nosso primeiro Amor a Deus.
Achamos muito difícil fazer isto !... O mundo de hoje nos atrai para fora, envolve-nos na busca desenfreada de poder e de bens materiais, desvia nossa atenção para as suas notícias e divertimentos, impõe valores superficiais e imediatistas, enfim, manipula de tal forma nossa vontade que qualquer atitude de silêncio e introspecção parece perda de tempo.
É como se vivêssemos sempre na porta da rua do nosso “eu”. Mas, se aprendermos a entrar em nós mesmos, a nos recolher, atravessarmos todo o nosso “eu”, e abrirmos a porta da cozinha ou dos fundos para o Senhor, um dia sentaremos com Ele à mesa no Céu. “Eu repreendo e castigo aqueles que amo. Reanima, pois, o teu zelo, e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato: Se alguém ouvir a minha voz e me abrir a porta, entrarei em sua casa e cearemos, Eu com ele e ele comigo” (Apo. 3,19-21).
O que falamos para uma visita que chega inesperadamente e nossa casa não está em ordem? Sempre respondemos o que qualquer dona de casa responderia: pedimos a visita que nos desculpe, falamos o que fizemos e o que deixamos de fazer, mostramos onde não limpamos..
Jesus Cristo também vem à nossa casa (eu) na oração, entra pelos fundos, bate `a porta da cozinha da nossa intimidade no momento em que nós estamos bem recolhidos no interior de nós mesmos.
Jesus nos ensina a recebê-lo assim: “Olhe Jesus, aqui está uma mentira que não pude ainda evitar, uma mágoa que dói, e a falta de perdão, porque resisto em aprender perdoar. Ali está ...” Tudo que você Me mostrar, ainda que for sujo como o vermelho escarlate, ficará branco como a neve”. “Pois bem, justifiquemo-nos, diz o Senhor. Se vossos pecados forem escarlates, tornar-se-ão brancos como a neve! Se forem vermelhos como a púrpura, ficarão brancos como a lã! Se fordes dóceis e obedientes, provareis os melhores frutos da terra; se recusardes e vos revoltardes, provareis a espada” É a boca do Senhor que o declara” (Isaías 1, 18-20).
Na oração de contemplação Jesus surge de dentro de nós mesmos. Parece que mora no nosso quintal! A imagem do quintal é adequada, pois reflete a imanência e a transcendência de Deus. É necessário nos recolhermos para abrir a porta dos fundos, depois de atravessar todo o nosso eu; o nosso psiquismo (a casa); nosso corpo (a porta da sala); nosso eu social (o alpendre e o hall); nosso ser racional (sala de Televisão e biblioteca); a nossa sexualidade (banheiro); nossa afetividade (sala de estar e quartos) ; nossa vontade (cozinha e área de serviços).
Na contemplação podemos saborear cada momento, cada detalhe de nossa vida como se passeássemos dentro de nós mesmos com Jesus.
Poderíamos imaginar algumas queixas de Jesus: “Há pessoas que Me recebem na sala de visitas e Me hospedam com uma oração fria e formal, cheia de distrações e falta de atenção. Vêm na hora da oração e depois passam o resto do dia para lá e para cá e Eu fico preso na sala, como uma visita de cerimônia, sem liberdade de participar da intimidade de sua vida, de sua casa (reflete uma situação de oração formal, desencarnada da realidade da vida). Às vezes Me servem lasanhas, quando Eu só queria um arroz branco com feijão simples. Falam muito, enfeitam muito e, quando Eu quero falar, já saem da oração, da sala de visitas”. (trata-se de uma oração de aparências, por dever, faltando autenticidade, o segredo que abre o cofre do nosso coração é a verdade).
Ele começaria silenciosamente a nos ensinar, com toda certeza. Nós O perceberíamos andando pela casa toda, dando-nos ordens e onde Ele colocasse os olhos, as sujeiras se transformariam. Não haveria distrações na oração. As distrações também seriam orações mais sinceras e verdadeiras se colocadas em louvor. Deus é muito simples!....Tudo, até os maus pensamentos seriam levados a Ele em bandeja de louvor. Até mágoas!...Ele, sorridente, nos diria com muito bom humor : “É ...jiló, é só para os íntimos!...” (entenderíamos que as magoas eram jilós, e que Ele as queria apresentadas).
Na verdadeira oração contemplativa, Jesus fala o que quer. Ele fica à vontade, como “gente de casa”, andando e vendo tudo com simplicidade, nós vamos atrás d’Ele, nos caminhos do nosso mundo interior, apresentando tudo a Ele. É como se víssemos um álbum de fotografias ou uma coleção de lembrancinhas, ou quando arrumamos um quartinho de bagunça ou o porão e as coisas velhas de porão são o nosso passado. Neste tipo de oração há silêncio, adoração e reverência. Nós até falamos pouco.!.
Toda a casa é a nossa vida presente. Os planos, de aumentar a casa no quintal é nossa vida futura, que deve ser apresentada a Ele. Tudo se torna oração: os pensamentos, os sentimentos, os desejos possíveis e impossíveis, os textos bíblicos de que gostamos e os textos com os quais não concordamos ainda, os fatos corriqueiros do dia a dia... E, sendo maior a intimidade, menor a possibilidade de “erros de etiqueta social” com a visita, ou distrações.
Preocupação é ocupar-se antecipadamente com fatos que não ocorreram ainda. Seria como apresentar comida um pouco crua. Mas “gente de casa, às vezes come comida meio sem sal ou um pouco crua !...Acontece, né!...”. Quanto bom humor tem Jesus cristo ! Ele come de tudo !... Ele realmente é de casa, é o Senhor e o dono de nossa casa, de nosso coração. Jesus é o nosso companheiro na oração contemplativa e nos alimenta com sua companhia. É o hospede permanente da nossa solidão, se fizermos contemplação.

                     Método de Contemplação para a vida comunitária:
- Ler juntos o texto bíblico para compreensão.
- Orar em línguas para aquietar-se.
- Ler silenciosamente o texto bíblico, saboreando os detalhes da cena e os vários elementos. (marcar espaço e tempo ).
- Fechar a Bíblia e reviver a cena que você leu.
- Anotar os dados mais importantes da estória que reviveu.
- Comparar com o texto bíblico. Tudo o que está em sintonia com o texto vem do Espírito Santo, tudo o que está muito diferente do texto bíblico, vem do seu psiquismo, de sua projeção, de sua história de vida, de seus traumas, etc...
- Orar pela cura psicológica do conteúdo que está diferente do texto bíblico, ver o que significa isto em sua vida.
- Partilhar com a comunidade para ser mais transparente e criar unidade com os irmãos . Ser simples, cada um tem o direito de existir do jeito que é e todos tem defeitos. Só Deus é perfeito.
Que tudo seja para a maior glória de Deus !

Juracy Villares


"A quem tem sede eu darei gratuitamente de beber da fonte da água viva."(Ap 21,6-b)
Dos meios da oração centrante.
6. PRATIQUE A GUARDA DO CORAÇÃO. Esta é a prática de liberar as emoções negativas no momento presente. Isto pode ser feito de um desses três modos: 'fazendo o que realmente você está fazendo'; 'voltando sua atenção para alguma outra ocupação', ou 'oferecendo o sentimento/emoção a Cristo'. A "guarda do coração' requer o desapego imediato de atrações e repulsas pessoais - (gostar, não gostar, desapegar-se do mesmo jeito). Quando algo acontece independentemente de nossos planos, nós espontaneamente tentamos modificar isto. Nossa primeira reação, contudo, deveria ser abertura para o que está realmente acontecendo de modo que se nossos planos dão errado, não nos aborrecemos por isto. O fruto da 'guarda do coração' é uma boa-vontade habitual para mudar nossos planos assim que for preciso. Isto nos dispõe a aceitar situações dolorosas quando elas surgem. Então, podemos decidir o que fazer com elas, modificando, corrigindo ou melhorando-as. Em outras palavras, os eventos rotineiros da vida diária se tornam nossa prática. Não posso enfatizar isso o suficiente. Uma estrutura monástica não é o caminho para a santidade para leigos. A rotina da vida diária é. A oração contemplativa tem o objetivo de transformar a vida diária com sua sucessão infindável de atividades rotineiras.
7. PRATIQUE UMA ACEITAÇÃO INCONDICIONAL DOS OUTROS. Esta prática é especialmente poderosa em aquietar as emoções do 'serviço do Apetite': medo, raiva, coragem, esperança e desespero. Aceitando as outras pessoas incondicionalmente, você disciplina suas emoções que desejam se vingar dos outros ou fugir deles. Você permite que as pessoas sejam quem são, com todas as suas peculiaridades e com seu comportamento particular que tanto te perturba. A situação se complica ainda mais quando você se sente na obrigação de corrigir alguém. Se você corrige alguém quando está aborrecido, provavelmente você não conseguirá nada. Isto desperta as defesas dos outros e lhes dá motivos para jogar a culpa em você. Espere até se acalmar e então aconselhe, corrija, a partir de uma preocupação verdadeira com a pessoa.


Meditar
Imagino sempre o rosto paciente de Jesus repetindo o “Amas-me?” quase soletrando, para que Pedro entendesse bem o que lhe estava a pedir. E dou-me conta de que também é quase sempre assim conosco: há uma grande distância entre as Propostas e as Respostas na nossa relação com Deus.
E nem outra coisa podia acontecer, porque Deus sonha e chama para o melhor da vida aqueles que ainda estão a construí-la! Deus nunca “sonha pequeno”, quando se trata de nos amar… Deus sonha sempre “em grande”, quando está em causa a “menina dos seus olhos”! Por isso vivemos serenos com Deus, mesmo não respondendo “na mesma moeda”, porque Deus só nos pede que respondamos “na nossa moeda”. Sim, “amor com amor se paga”, mas o nosso amor em construção não pode responder ao Amor em Plenitude de Deus sem ficar “curto”. E Deus permanece sereno… e nós também devemos aprendê-lo…
O Deus revelado em Jesus de Nazaré não é um “moralista divino” a colocar-nos fasquias que temos que alcançar, medidas e normas vindas de cima e que nos esmagam com as suas exigências. DEUS É AMOR, e todo o Seu diálogo connosco acontece na densidade amorosa do Espírito Santo que em nós diz a Sua Palavra, sem imposições. Por isso, Jesus de Nazaré, o Ressuscitado, não se “zanga” com Pedro por este não conseguir ainda responder ao “Amas-me?” com um “Amo-te!” à medida. DEUS É PACIENTE, e o Seu Messias é disso revelação. Na bíblia, a Graça de Deus explica-se como a atitude de Deus que se “baixa”. O Deus-Graça é o “Deus que se debruça”, o não-pretensioso, não-vaidoso, não-distante. Aquele que se debruça até se tornar “Emanuel, Deus connosco”! Em Jesus de Nazaré, o Deus a quem nos habituámos a chamar Altíssimo, revela que, afinal, Ele prefere ser o Deus-Baixíssimo, o Deus connosco e entre nós, o Amor que permanentemente “vem para servir e não para ser servido”, o Amor que nos “lava os pés”.
Rezar
O Jesus,dá-me sempre um Amor Crescente.
Ajuda-me a amar-Te mais e melhor,e a aproximar as minhas Respostas
às Propostas de Vida que me fazes.Obrigado por desceres
ao “pouquinho” do meu amor,para o assumires e consagrares.
Obrigado por seres simples,e nunca me desprezares.
Ajuda-me a Seguir mais verdadeiramente Jesus Cristo, para que tudo o que sou
se torne mais à sua imagem e semelhança,e aprenda a confiar mais a minha Vida
nas Tuas mãos amorosas.
( Vários autores, adaptado Irmã Pilar)

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